CANDEEIRO ENCANTADO






Quando Édith Piaf chegou no paraíso, lá estava Jean Cocteau, a sua espera. Foram amigos por tanto tempo, que era justo que fossem para o céu no mesmo dia. Ambos eram ‘avant-garde’. Ambos eram surrealistas. Ambos eram formidáveis. Édith: na música e na vida. Jean: na poesia, no romance, no cinema, no designer e na dramaturgia. Dois espíritos clássicos, amando-se nos Boulevards do paraíso. Por isso quando o “pardalzinho” chegou no céu, encontrou o amigo com o candeeiro encantado na mão. O caminho de “la Môme Piaf” estava iluminado. Agora sim, poderia enfim, descansar.  




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Comentários

  1. Betto, você escreve muuuuuuuuuuito bem. Esse seu "Candeeiro Encantado" é genial. Desejo a você todas as felicidades do mundo, querido. Tanto talento assim tem que ser reconhecido. Sucesso! Beijos!

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