CANDEEIRO ENCANTADO
Quando Édith Piaf chegou no paraíso, lá estava Jean Cocteau, a sua espera. Foram amigos por tanto tempo, que era justo que fossem para o céu no mesmo dia. Ambos eram ‘avant-garde’. Ambos eram surrealistas. Ambos eram formidáveis. Édith: na música e na vida. Jean: na poesia, no romance, no cinema, no designer e na dramaturgia. Dois espíritos clássicos, amando-se nos Boulevards do paraíso. Por isso quando o “pardalzinho” chegou no céu, encontrou o amigo com o candeeiro encantado na mão. O caminho de “la Môme Piaf” estava iluminado. Agora sim, poderia enfim, descansar.
CANDEEIRO ENCANTADO™ © copyright by betto barquinn 2011
TODOS OS DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS BY BETTO BARQUINN
TODOS OS DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS BY BETTO BARQUINN


Betto, você escreve muuuuuuuuuuito bem. Esse seu "Candeeiro Encantado" é genial. Desejo a você todas as felicidades do mundo, querido. Tanto talento assim tem que ser reconhecido. Sucesso! Beijos!
ResponderExcluir