GENI E O ZEPELIM
Ela era uma menina com os cabelos coloridos por laços de fita. Seu nome era sinônimo de amargura. Seu rosto dizia que sofrera tanto, que a lágrima que escorria do seu olho, num estante secou. Seus pés descalços não diziam nada. Era pura poesia. Uma poesia sem nome.
Mas hoje ela acordou diferente. Disse a Deus numa prece, que queria parar de sofrer. Era jovem demais para pensar nessas coisas. Contudo a dor a transformara numa anciã. Seus olhos diziam que passava dos duzentos anos. Entretanto, a pele macia, provava que não tinha mais que vinte anos. Era pura poesia, sim. Uma poesia sem nome. Deixou em mim um enorme vazio. Disse adeus numa prece, fechou os olhos e partiu.
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