SONHO IMPOSSÍVEL
Em busca de
um lugar ao sol:
Ela vivia em
uma sociedade que julgava o outro pelas aparências. Ali não importava se alguém
era honesto, trabalhador, justo e cumpridor dos seus deveres. Mas caso fosse “diferente”, tudo mudava de cor. Se fosse negro era visto como incapaz.
Se fosse mulher: frágil demais. Se fosse gay: fora de contexto. Pobre: um
fardo. Pessoa com deficiência: peso-morto. E por aí vai… operário, emprega
doméstica, trabalhador rural, etc. Quem não se encaixava naquilo que a
maioria considerava “normal”, não era visto com naturalidade. Muitos torciam o
nariz. Alguns, abaixavam a cabeça. Outros: reviravam os olhos. Para aqueles que
não correspondiam as expectativas do grupo, o destino era o escárnio e a
solidão. Mas um dia os negros se libertaram, as mulheres se impuseram, os gays
se casaram, os pobres fizeram doutorado e as pessoas com deficiência conquistaram
seus direitos.
O que
parecia impossível (ou improvável) se realizou.
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TODOS OS DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS BY CARLOS ALBERTO PEREIRA DOS SANTOS
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